Millennials e geração Z

Atualmente, qualquer empresa conta com uma combinação de pelo menos 3 gerações diferentes entre seus colaboradores. Porém, muitas organizações ainda focam nas demandas exigidas pelas mais antigas. Deixando, então, seus processos, estratégias e cultura desalinhadas com os millennials e geração Z.

Mas, isso pode afastar novos talentos do negócio e evitar um desenvolvimento saudável da empresa. Ou seja, se você é empresário, gestor ou líder, precisa compreender um pouco mais sobre cada geração para permitir um crescimento sustentável e de qualidade das equipes.

Para te ajudar nessa missão, separamos algumas características e interesses profissionais das novas gerações. Leia até o final para descobrir como melhorar sua gestão.

Afinal, quem são os millennials e geração Z?

Para a maioria das pessoas, os millennials (ou geração Y) são as pessoas que nasceram entre 1983 e 1994. Já a geração Z são os nascidos entre 1995 e 2003. Vale destacar que os colaboradores destes grupos representam um dos maiores capitais humanos da atualidade.

Isso porque além de jovens, esses grupos ainda possuem muito potencial e espaço para desenvolvimento profissional no mercado de trabalho. Por isso, é necessário os gestores olharem com atenção para estratégias de atração, retenção, liderança e engajamento dessas gerações. A boa manutenção desses grupos é fundamental para a evolução de qualquer organização. 

Para isso, o primeiro passo é compreender um pouco mais sobre a visão de mundo, interesses e os objetivos pessoais e profissionais das gerações mais novas. Isso ajudará a potencializar o planejamento de suas estratégias e o realinhamento da cultura organizacional. 

Principais características e interesses dos millennials e geração Z 

Já que nasceram a partir de 1984, estes colaboradores estão mais familiarizados com a internet, tecnologia, conectividade e inteligência artificial. Também são mais criativos, proativos, independentes e possuem mais facilidade de adaptação a mudanças.

Prezam por um ambiente organizacional saudável. E isso inclui líderes e gestores com visão humanizada, uma vez que não acreditam naquela antiga visão que colaboradores são apenas números que devem obedecer ordens sem acrescentar algo. 

Por fim, outra característica dessas novas gerações é a necessidade de sentir que fazem a diferença ou que deixam a sua impressão no mundo. Isso faz com que esses profissionais priorizem empresas com valores e objetivos semelhantes, onde há um propósito mais profundo. 

Agora, chegou a hora de conhecer 3 fatores que são levados em consideração pelas novas gerações na hora de escolher um emprego. 

1) Segurança financeira e desenvolvimento

Em primeiro lugar, temos a estabilidade financeira e segurança profissional como grandes preocupações desses profissionais. Segundo uma matéria recente do g1, no Brasil ambas as gerações pretendem permanecer em seus empregos mais do que cinco anos. Porém, a insatisfação salarial ainda é um dos maiores motivos para desligamentos voluntários.

E não é só isso, além da questão financeira, as novas gerações também se preocupam com crescimento e valorização. Por isso, a falta de oportunidade para desenvolvimento e aprendizado é outro grande motivo para demissões voluntárias. Inclusive, segundo uma pesquisa realizada pela Deloitte, este ponto é o que mais pesa na hora de se candidatar a uma vaga. Sendo 37% para a geração Z e 41% para os millennials. 

2) Flexibilidade

Você já notou que as novas gerações são mais adaptáveis aos novos modelos de trabalho? Ainda de acordo com a pesquisa da Deloitte, 65% da geração Z e 63% dos millennials preferem trabalho híbrido. Eles ainda destacam os benefícios que este modelo trouxe durante a pandemia. Por exemplo: mais tempo para família, lazer e economia.

3) Saúde mental e qualidade de vida

Por fim, outro ponto de atenção para os gestores que desejam realizar boas estratégias com essas gerações é o foco na qualidade de vida. Podemos notar um avanço das doenças emocionais como estresse, ansiedade e burnout. Nesse sentido, vale destacar um dado interessante apresentado na pesquisa do G1:

Os níveis de burnout são significativamente mais altos no Brasil do que a média global: aqui, 59% dos entrevistados da geração Z e 58% dos millennials dizem se sentir esgotados por causa da intensidade e das demandas do trabalho.

Dessa forma fica ainda mais fácil entender porque os profissionais mais novos buscam empresas que prezam pela qualidade de vida e saúde do profissional. 

O teste DISC pode ajudar na gestão das novas gerações?

Deu para perceber que houve uma mudança de pensamento e cultura entre as novas gerações e as mais antigas, não é mesmo? Obviamente esta nova percepção afeta o mercado de trabalho e as metodologias para atração, desenvolvimento e retenção de talentos.

Uma das ferramentas mais utilizadas atualmente para conseguir compreender o perfil comportamental dos profissionais é a teoria DISC. E com a plataforma da idealDisc os gestores conseguem ter em mãos ferramentas necessárias para compreensão das necessidades e comportamentos dos millennials e da geração Z.

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